domingo, 13 de março de 2011

Ministério do Desperdício


Depois do carnaval os gastos desnecessários estão de volta...

Mas um fato novo foi descoberto. Deve-se aos repórteres Leandro Colon e Tânia Monteiro a revelação do penúltimo descalabro.

A dupla conta que a Esplanada dos Ministérios ficou pequena. Para abrigar as novas pastas, o governo aluga prédios noutras partes de Brasília.

Os alugueis custam cerca de R$ 9 milhões por mês. Mais de R$ 100 milhões por ano. O brasileiro paga a conta e não consegue nem lembrar os nomes dos ministros.

São pastas ocupadas por senhores e senhoras “amigos” do governo. É como se não houvesse corpos nas cadeiras, apenas manipulações políticas para manter alianças, ou aclamar os mais exaltados.

Embora invisíveis, eles têm um custo. Tome-se o exemplo do Ministério da Pesca. A atual titular da pasta, Ideli Salvatti (PT-SC), dá expediente na Esplanada, junto com 67 assessores. Longe dali, outros 374 servidores ocupam um prédio de 14 andares. Alugado, custa R$ 575 mil por mês em aluguel – R$ 7 milhões por ano.

Criado por Lula, o Ministério da Pesca começou com um orçamento anual de R$ 11 milhões. Decorridos oito anos, gasta agora R$ 803 milhões.

Porém, o salto orçamentário não refletiu muito na produção nacional de pescado. Era de 990 mil toneladas há oito anos. Segundo o ministério da Pesca, em 2009 a produção foi de 1,2 milhões de toneladas.

O Brasil já teve 12 ministérios. Sob FHC, o número de pastas foi a 26. Lula criou mais 11, legando para Dilma Rousseff 37 ministérios.

Como se fosse pouco, a presidente está próxima de criar mais duas pastas: o da Micro e Pequena Empresa e o da Infraestrutura Aeronáutica.

Mas a verdade é que, hoje o Brasil necessita muito de um novo ministério: O Ministério do Desperdício.

Não menosprezo a importância da pesca para o país, mas será que um ministério precisa de 67 assessores e mais de 300 servidores??!!

É, Brasil tem dessas coisas...



terça-feira, 8 de março de 2011

Homens superam melhor traições homossexuais


Pesquisa realizada em Austin, no Texas, Estados Unidos, prova o que já era notório antes mesmo de qualquer conclusão científica: os homens aceitam melhor uma traição se "o outro" for uma mulher.

O levantamento, publicado no periódico Personality and Individual Differences, mostra que 50% dos voluntários pesquisados perdoariam uma traição homossexual; apenas 22% faria o mesmo se o terceiro personagem da trama fosse um homem.

Já entre as mulheres, o padrão é inverso: elas estão mais dispostas a continuar a relação com um homem que tenha saído com outra mulher do que com o namorado que tenha tido uma experiência homossexual. A traição homossexual só seria perdoada por 21% das entrevistadas, enquanto 28% aceitaria voltar para o relacionamento se a infidelidade envolvesse um caso com outra mulher.

Cerca de 720 universitários participaram do estudo, cujo objetivo foi analisar reações baseadas em instintos primários de ciúme.

Para a psicóloga Jaime Confer, cientista da Universidade do Texas e autora da pesquisa, os homens encaram outro homem como um rival, capaz de colocar em questão a sua virilidade, enquanto o relacionamento entre duas mulheres alimenta a fantasia de poder, quem sabe, “acasalar com ambas ao mesmo tempo”.

Na verdade o que mais incomoda o homem é o ato sexual e não a traição em si. Quando ele é traído com outra mulher a virilidade do homem não é questionada ou comparada, pois, o que elas buscam em uma parceira é uma companhia agradável e mais atenciosa.

Resumindo: O maior medo do homem não é ser traído, mas sim ser visto pela vizinhança, trabalho ou grupo de amigos como um cara que não satisfaz a mulher na cama, trocado por outro mais viril. Já a mulher, como acontece desde que o mundo é mundo, pensa com o coração, teme a traição e ainda sonha em ser a única na vida de alguém.

Seres humanos são tão complicados...